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Candidaturas abertas: Prémio internacional distingue «informação mais real» sobre África

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Candidaturas abertas a jornalistas e a estudantes até 30 de setembro.  A instituição internacional ‘Harambee África’, ligada à prelatura do Opus Dei, está a promover o Prémio Comunicar África 2017 que pretende a “difusão de uma informação mais real” sobre o continente e as suas comunidades.“Contribuir para a difusão de uma informação mais real sobre África, de uma imagem que reflita os conflitos, mas também as esperanças, a riqueza e a diversidade das culturas e dos povos africanos, a fim de promover o conhecimento de um continente que é um bem para todos nós”, são objetivos do prémio internacional informa um comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA.

(Ecclesia, Lisboa).- As candidaturas ao Prémio Comunicar África 2017 encerram a 30 de setembro e abrange duas categorias – ‘Documentário e Reportagem’ e ‘Video-Clip’ – respetivamente para jornalistas e jovens.

À categoria ‘Documentário e Reportagem’, em televisão ou em portal online de informação, podem candidatar-se trabalhos com a duração máxima de 60 minutos, emitidos de 1 de janeiro de 2015 a 30 de junho de 2017, e o melhor trabalho jornalístico recebe um prémio de cinco mil euros.

Já a categoria ‘Video-Clip’, para vídeos com a “duração máxima de 5 minutos”, é aberta à participação de estudantes até aos 25 anos, e o melhor recebe um prémio de mil e quinhentos euros.

A instituição internacional ‘Harambee África’ sublinha que prémio pretende mostrar “a grandeza das pequenas histórias quotidianas, histórias de integração, de convivência pacífica e de diálogo”.

Neste contexto, vão ser valorizadas candidaturas que apresentem tópicos, como: “O valor da educação e da formação”; “o respeito pela dignidade da pessoa humana”; “o papel da família e as experiências positivas de integração na sociedade europeia.”

A cerimónia de entrega dos prémios vai realizar-se a 17 de novembro, em Toulouse, na França.

O comunicado contextualiza que «Harambee» é um termo suaíli que significa “todos juntos” e nasceu informalmente em 2002, através da comissão organizadora da canonização de São Josemaria Escrivá, o fundador do Opus Dei.

Os fundos reunidos nessa altura foram aplicados em 24 projetos na África Subsaariana entre 2003 e 2005 e no ano seguinte foi lançada nova campanha de angariação de donativos e em 2008 foi constituída a Harambee África Internacional, a associação sem fins lucrativos com sede em Roma.

O polo Harambee Portugal nasce em 2009 e em 2012 foi constituída a Associação Harambee África Portugal (HAP).

CB

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